Estar longe do mar, me traz uma racionalidade deliciosa.
Os intestinos de macho, comendo carne, o fígado resistente bebendo alcool deliberadamente...
nem bêbada fico mais.
E também a porra do humor negro que assusta as pessoas.
Adoro a rabugice portenha, e amo como as mulheres, sim, aqui é um país em que existem mulheres, não essas sôfregas brasileiras balzaquianas tentando parecer jovens a todo custo, amo as mulheres maduras que ao passarem dizem 'con permiso'.
Estar aqui com um bahiano dificulta um pouco as coisas, mas ainda assim, melhor do que sozinha.
Sozinha não viria jamais. Nunca vim quando morava aqui perto, quanto mais agora, nessa aventura nordestina.
Salvo meus delírios recifenses de amor com uma bela mirada concreta sobre o cinza, prédios, economia e assuntos de homem.
Saio do modo "preciso ser mulherzinha" pra me dedicar a observar coisas realmente importantes, e não minha imagem captada pelas câmeras e pelos espelhos da vida.
Só espero não engordar muito, nem metralhar meu rosto com acnes, senão a volta para o mundo das musas vai ser muito deprimente. Sorrindo e acenando...
Deixa-me procurar o que fazer, o que ver, o que sentir.
Este vazio de caos litorâneo, essa não abstinência do povo ignorante...
Vamos aos livros.
Estou doida pra adquirir coisas impressas.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Buen
Sim.. en Argentina.. en Buenos Aires.
Buenos Aires não me surpreendeu.
O sul é muito parecido.
Gostei dos coches velhos. Sentia falta dessa coisa quadrada dos carros dos anos 80.
Os táxis são amarelo e preto. Me lembra o Batman.
Os taxistas são irritadiços como os motoristas de ônibus de Recife.
O fato dos passageiros entrarem pela porta de trás, e saírem pela da frente, em Salvador, é algo que facilita muita coisa.
Em Recife volta e meia as pessoas gritam para o motorista para ele deixas as pessoas descerem.
É estranho também o fato de que o cobrador fica próximo ao motorista.
Bem, sempre me pareceu que era função do cobrador avisar ao motorista de que as pessoas vão descer, para ainda não descer, etc.
Percebi que os motoristas não sabem dar informação, mas que os cobradores são melhores nesse quesito.
Já em Salvador, gosto muito de descer pela porta da frente e dizer ao motorista "obrigada". Acho que ele fica feliz, eu tb, enfim, tudo fica melhor.
Quando saio dos ônibus em Recife me sinto meio chateada, pois sei que o motorista vai continuar estressado e os passageiros também.
Enfim...
Ainda não tive a oportunidade de andar de ônibus.
Nem de sair na rua comprar um pão.
Mas acho que logo logo eu vou.
Só não sei pra onde ir.
Quero ouvir música, música local independente.
Passear por aqui a pé não me encanta, visto que é muito parecida a arquitetura com Curitiba.
I'm sorry. Não vim pra ver a arquitetura.
O bom seria falar com algum residente local que tivesse milhões de filmes nacionais...
Ah, sobre a política.
São bem politizados e as propagandas, apesar de incisivas não são rudimentares como em Salvador. tipo 'viva la revolución'
Graças a Deus eles não cometem esse tipo de gafe.
As propagandas são marketadas mesmo, mas com uma linguagem atual, e não deixam de ser verdadeiras.
Gostei muito.
O sotaque é chatinho. muito jjjj xxxx etc
Acho que vou preferir o espanhol do uruguai, quem sabe.
E, claro, ao contrário do que ensina os livros didáticos, aqui não se diz buenos días, sino buen día.
Buen...
Buenos Aires não me surpreendeu.
O sul é muito parecido.
Gostei dos coches velhos. Sentia falta dessa coisa quadrada dos carros dos anos 80.
Os táxis são amarelo e preto. Me lembra o Batman.
Os taxistas são irritadiços como os motoristas de ônibus de Recife.
O fato dos passageiros entrarem pela porta de trás, e saírem pela da frente, em Salvador, é algo que facilita muita coisa.
Em Recife volta e meia as pessoas gritam para o motorista para ele deixas as pessoas descerem.
É estranho também o fato de que o cobrador fica próximo ao motorista.
Bem, sempre me pareceu que era função do cobrador avisar ao motorista de que as pessoas vão descer, para ainda não descer, etc.
Percebi que os motoristas não sabem dar informação, mas que os cobradores são melhores nesse quesito.
Já em Salvador, gosto muito de descer pela porta da frente e dizer ao motorista "obrigada". Acho que ele fica feliz, eu tb, enfim, tudo fica melhor.
Quando saio dos ônibus em Recife me sinto meio chateada, pois sei que o motorista vai continuar estressado e os passageiros também.
Enfim...
Ainda não tive a oportunidade de andar de ônibus.
Nem de sair na rua comprar um pão.
Mas acho que logo logo eu vou.
Só não sei pra onde ir.
Quero ouvir música, música local independente.
Passear por aqui a pé não me encanta, visto que é muito parecida a arquitetura com Curitiba.
I'm sorry. Não vim pra ver a arquitetura.
O bom seria falar com algum residente local que tivesse milhões de filmes nacionais...
Ah, sobre a política.
São bem politizados e as propagandas, apesar de incisivas não são rudimentares como em Salvador. tipo 'viva la revolución'
Graças a Deus eles não cometem esse tipo de gafe.
As propagandas são marketadas mesmo, mas com uma linguagem atual, e não deixam de ser verdadeiras.
Gostei muito.
O sotaque é chatinho. muito jjjj xxxx etc
Acho que vou preferir o espanhol do uruguai, quem sabe.
E, claro, ao contrário do que ensina os livros didáticos, aqui não se diz buenos días, sino buen día.
Buen...
domingo, 14 de novembro de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
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